Projectar empreendimentos sustentáveis em Portugal é um objectivo desta equipa.
Para edificar um novo imóvel é importante pensar antes de mais nas características das pessoas que irão utilizar o espaço, nas suas necessidades específicas e no terreno disponível.
Pense um pouco sobre a forma como confecciona as refeições.
O modo como convive na sala de estar.
A forma como toma as suas refeições: Pequeno-almoço; Almoço; Jantar. E os dias especiais, reuniões familiares, refeições com familiares e/ou amigos.
Os seus hábitos de higiene e saúde.
As suas necessidades de armazenamento.
O número de carros que necessita de estacionar.
Como trabalha em casa.
O que necessita ter no quarto.
Aquilo que gosta de fazer e ter nos espaços ajardinados ou de lazer.
As imagens que aprecia e outras questões que se recorde.
Todas estas informações são a matéria-prima para o Arquitecto trabalhar.
Siga com detalhe o projecto de arquitectura.
Para os imóveis de escritórios, comércio ou lazer deverá ser estabelecido um Programa específico para cada tipo de utilização.
A fase de licenciamento pode demorar um pouco (cada Câmara tem o seu próprio ritmo) mas é importante salientar que ao longo dos anos tem sido reduzido.
Importante – NUNCA dispense o Projecto de Execução porque nesta fase de Projecto o Gabinete vai detalhar todo o projecto e o custo que representa.
Não se esqueça que cada decisão tem um impacto no custo, no prazo de execução e na manutenção futura.
Deverá seguir etapa por etapa: se necessitar de construir casa própria e não tiver experiência no ramo, consulte o arquitecto e ficará com uma ideia sobre os principais passos a seguir e assim, poder ficar apto a fiscalizar o desenvolvimento da obra.
Aprenda a linguagem da construção: saiba o significado de algumas expressões.
Não se esqueça que uma habitação é um bem duradoiro e terá que pensar sempre na sua manutenção e nas patologias futuras que pode encontrar, assim como as formas de as debelar.
Promovemos a concepção e viabilização de edifícios bioclimáticos vocacionados para a habitação, escritórios, comércio e lazer, que não prejudiquem o meio ambiente, procurando aplicar as melhores tecnologias aos empreendimentos.
Promovendo a qualidade ambiental do espaço edificado, defendendo a qualidade do espaço de inserção criando alternativas sustentáveis que proporcionem um máximo conforto e qualidade de vida a preços competitivos.
Diversas são as medidas possíveis de aplicar no conceito de construção sustentável:
MEDIDAS SOLARES PASSIVAS
Ausência de sombras projectadas na fachada sul.
Optimização da orientação dos edifícios.
Dimensão das janelas adaptadas à respectiva orientação, promovendo ganhos solares directos ou reduzindo perdas de aquecimento.
Sombreamento exterior fixo ou móvel.
Isolamento térmico optimizado.
Massa térmica optimizada.
Ventilação natural e arrefecimento de espaços interiores.
Ventilação através de espaços interiores.
Espaços interiores que permitam uma boa movimentação do ar.
Organização funcional dos espaços interiores em função da orientação.
MEDIDAS PASSIVAS ESPECIAIS
Isolamento específico das paredes para garantir adequado isolamento nos meses de Inverno e verão.
Coberturas em conformidade com a climatologia da zona.
Recolha e armazenamento da água das chuvas.
Uso de vegetação para sombreamento específico.
MEDIDAS SOLARES ACTIVAS
Painéis solares para aquecimento de águas domésticas com caldeira central.
Painéis foto-voltaicos para produção de energia eléctrica para auto consumo.
Utilização de sistemas de bombas de calor para utilização nos sistemas de aquecimento e arrefecimento.
SISTEMAS PARA A REDUÇÃO DE CONSUMO ENERGÉTICO
Sistemas de gestão energética.
Armazenamento e Recuperação de calor em sistemas de ventilação.
Recuperação de calor dos equipamentos de produção de frio para a produção de aquecimento de águas domésticas.
OUTRAS MEDIDAS SUSTENTÁVEIS
Medidas para optimização acústica.
Acessórios e equipamentos para redução de consumos de água.
Separação de lixos.
Soluções para uma simples manutenção.
Utilização de iluminação LED.
Consideração do ciclo de vida energético dos materiais na sua especificação.
Especificação de materiais de acabamentos considerando o seu grau de toxicidade, com objectivo de melhorar a qualidade do ar interior.
Processos que promovam a redução de desperdícios e do prazo de execução da obra.